Biblioteca Policial: Estudos sobre Defesa e Segurança Social no Brasil
 
Livros

 

livro foureaux

 

                                        

 

 

COMUNIDADES BLINDADAS

Justiça Militar: Aspectos Gerais e Controversos

 

 

 

 

              Ano: 2012
              Autor: Rodrigo Foureaux
              Editora: Fiuza

                 Comprar:http://www.livrariadelrey.com.br/direito-administrativo/justica-militar-aspectos-gerais-e-controversos 

 

 

 

 

 

Comunidades Blindadas

 

O Tenente Flávio Jackson Ferreira Santiago, da 5ª Região de Polícia Militar, lançou o livro Comunidades Blindadas - Informação: Uma Arma Eficaz contra a Violência. A obra fala sobre a participação e envolvimento como condições para que os seres humanos possam conviver harmonicamente e resolver seus problemas de forma não violenta. Segundo o autor, "não há espaço para egoísmo, nem tampouco para a vaidade na resolução de problemas. Não somos, nós estamos. E, se estamos, devemos construir uma grandeza que não é nossa, pois o que construímos, alicerçados pela vontade de promover o bem, é edificado e conservado no processo de desenvolvimento de nossa sociedade".

            "Há muito que uma indústria poderosa vem-se instalando no País: a indústria do medo. Ela atua em nossa sociedade fomentando, a cada dia, a mácula do desespero, da violência e algumas pessoas acabam por corroborar para o crescimento dela", ressalta o autor, para, em seguida, acrescentar: “É hora de enfrentar esse monstro que assola a Humanidade, através da união de esforços, da aplicação de medidas de autoproteção, do fomento ao processo de mediação de conflitos e no realinhamento de uma arquitetura contra o crime, além do trato com a notícia de uma forma ética e construtora de cenários.”

            Comunidades Blindadas traça um paralelo entre esses mundos e oferece a possibilidade de conhecer um pouco mais do estado de flagrância, por meio de histórias verídicas e fictícias. O livro fala, ainda, da exclusão social sem roupagem, o que aproxima os cidadãos de uma participação mais envolvente com as questões coletivas.

            Também promulga teorias que poderão ser utilizadas e discutidas nos bancos universitários e berços do saber. "Além disso, é uma leitura gostosa e romântica", garante o também escritor mineiro e membro da Academia de Letras do Triângulo Mineiro e autor do livro O Andarilho, João Eurípedes Sabino. O prefácio do livro ficou por conta do advogado e ex-secretário de Defesa Social, Maurício Campos Júnior.

 

Ano: 2007
Autor: Flávio Jackson Ferreira Santiago

Comprar: contato@bibliotecapolicial.com.br

                 

 

Entendendo a Nossa Insegurança

Entendendo a Nossa Insegurança

Assunto: As raízes da insegurança na sociedade brasileira contemporânea estão na violência da exclusão social e na violência subjacente à criminalidade sem controle.

Através da visão policiológica, que não coincide necessariamente com a visão das ciências sociais e jurídicas, os autores apresentam uma tipologia das ameaças que rondam o ser humano e formas de seu enfrentamento pelo Estado e pelas comunidades. O ineficiente sistema de defesa social brasileiro padece de excessivo centralismo, exclui o município, gera a compartimentação dos órgãos e não consegue se livrar da concepção inquisitorial e militarista da proteção social. Escrito em linguagem acessível ao público em geral, o livro também atende às necessidades de policiólogos, cientistas sociais, políticos,juristas, operadores do Direito, formuladores de políticas públicas e outros interessados em compreender e melhor combater nefasto fenômeno da insegurança.

Ano: 2003
Autor: Lúcio Emílio do Espírito Santo e Amauri Meireles
Editora: Instituto Brasileiro de Policiologia

Comprar: contato@bibliotecapolicial.com.br
                 lucio@bibliotecapolicial.com.br
                 amauri@bibliotecapolicial.com.br

 

NEGROS E MESTIÇOS NAS MILÍCIAS AMÉRICA PORTUGUESA

Negros e Mestiços nas Milícias da América Portuguesa

Assunto:

O livro parte da proposição de que parte significativa de africanos e seus descendentes atuaram decisivamente na formação do Novo Mundo por intermédio de sua inserção, voluntária ou compulsória, nos corpos militares.

Numa sociedade marcada pela perspectiva bélica, negros e mestiços optaram por se dedicar aos domínios de Marte e/ou de Ogum (ògún). Suas formas de inserção no Universo Militar variavam no tempo e no espaço.

Alguns se fizeram “bons e leais vassalos militares de Sua Majestade”. Seus conhecimentos da arte da guerra, adquiridos na África ou transmitidos por seus antepassados, foram utilizados na manutenção das possessões portuguesas bem como na implementação das Políticas da Ordem na América Portuguesa. Assim, alguns se tornaram célebres pela defesa dos interesses da Coroa portuguesa. Entretanto, existiam aqueles que, motivados por interesses pessoais ou coletivos, esboçaram mobilizações que permitem desconstruir o estereótipo da dominação e da resignação.

Inseridos em um ambiente tenso, marcado por desconfianças e medo, alguns utilizaram estratégias de convencimento e negociação para mostrarem aos governantes e mesmo ao rei as suas opções e aspirações.

 

Historias nacionales e interconexiones negras

 

En toda Iberoamérica, la actuación de milicias de negros y de pardos libres durante la época colonial es un tema evocado pero pocas veces profundizado con el rigor que se merece. El libro de Francis Cotta suple brillantemente esta carencia y constituye un aporte de primera importancia para el conocimiento de los mecanismos militares no sólo de la América portuguesa sino también de los reinos americanos bajo dominio español. En ese sentido puede decirse que este trabajo representa una contribución al estudio de las « historias conectadas » promovido por Sanjay Subrahmanyam y Serge Gruzinski. A partir de una documentación de primera mano basada en parte sobre fuentes militares, el autor ofrece un panorama claro y novedoso de la inserción progresiva de los descendientes de africanos en la nación a partir de su participación en las luchas armadas. Aunque el núcleo de este trabajo está constituído por la compleja organización militar de Minas Gerais, el autor coloca el caso minero dentro de un campo mayor y de dimensiones planetarias, a saber, la organización militar del imperio portugués, repartido en las cuatro partes del mundo. Con mucha razón Francis Cotta insiste en la necesidad, para un estado imperial de tan vastas dimensiones, de recurrir obligatoriamente a cuerpos militares formados con elementos locales.  En ese caso se trata de mestizos y sobre todo de hombres de origen africano, reputados por su valor, incorporados en los cuerpos militares portugueses con intervenciones en lugares tan distantes como Macao, Angola, el nordeste del Brasil, Minas Gerais y la región del Sur, fronteriza con el imperio español. El aspecto « pluri-étnico » de las fuerzas militares imperiales había sido destacado por los especialistas del imperio otomano y, mas recientemente por los estudiosos de los colonialismos francés e inglés de los siglos XIX y XX. Portugal entra desde luego en este esquema.

Una de las misiones de los « terços » de negros y de mestizos, sin duda la mas prestigiosa, es la de repeler a los enemigos exteriores del imperio (Holanda durante  el siglo XVII, y España desde mediados del XVIII). De ahi que la actuación militar de los negros, pardos, y mestizos produzca una identificación entre éstos y la patria, que aparece en varios ejemplos históricos y en sus proyecciones ideológicas ulteriores.  El símbolo mas fuerte es el de Hernando Dias, negro libre (alforriado) a la cabeza de Minas, Ardas, Angolas y criollos, uno de los héroes de la batalla de Guararapes, y convertido en el gobernador de los criollos, negros y mulatos, decorado con una de las medallas mas prestigiosas, la Cruz da Ordem do Cristo. Pero al mismo tiempo que estos combatientes, por sus acciones bélicas, se integraban en el conjunto social y militar de la América portuguesa, su acción « interna » contra los quilombolas y otros fugitivos los cortaba (¿hasta qué punto ?) de los esclavos no asimilados. Aunque la heterogeneidad de la población de origen africana es una evidencia, conviene insistir en ello sobre todo en una época como la nuestra en que las generalizaciones étnicas impiden una buena percepción de la realidad social.

Este estudio tiene, entre muchos méritos, el de brindar al investigador un organigrama claro del cuerpo militar y de su ordenamiento jerárquico, mostrando la inserción y la articulación armoniosa de fuerzas regulares a sueldo, de fuerzas auxiliares o milicias disciplinadas sin sueldo pero que gozan del fuero militar y de fuerzas irregulares u ordenanzas, constituídas por gente armada y sus cabecillas, sin instrucción militar y por lo tanto, indisciplinada. Se trata de un sistema militar corporativo cuya línea divisoria coincide con la promulgación de la Carta Regia de 1766, en el contexto bélico que opone Portugal a España por la posesión de Colonia de Sacramento, conflicto que remonta al trazado de la línea de Tordesillas y que se resolverá en 1777 con el tratado de San Ildefonso. Se trata de una época clave para  el desarrollo de Brasil y de Buenos Aires, capital del nuevo virreinato del Rio de la Plata. La Carta Regia es el instrumento de la formalización de las milicias negras y mestizas, en el marco de las reformas militares implementadas por Portugal, pero también por los reinos españoles, en nombre de la modernización de las instituciones administrativas. Por otra parte conviene señalar que esas luchas por el control de la margen izquierda del Rio de la Plata tienen como consecuencia, el traspaso constante de la frontera, por cierto muy permeable, entre los dos imperios  por los esclavos y pardos portugueses y españoles, produciendo nuevas conexiones sociales y culturales olvidadas por las historias nacionales respectivas.

Con gran acierto Francis Cotta ha utilizado referencias iconográficas y en particular, las representaciones de los cuerpos uniformados de negros y de pardos. El estudio analítico está completado por retratos de personajes excepcionales, como Henrique Dias pero tamboién Marçal Coutinho, capitán de la compañía de negros libres (forros), personajes que merecerían una biografía detallada (en la medida de las posibilidades documentales) y contextualizada. Este trabajo se extiende al siglo XIX abriendo pistas fascinantes para el investigador interesado en las conexiones de las « historias » nacionales y en la ambigüedad de las identidades : muchos militares negros fueron acusados de capoeiragem y enrolados en los regimientos negros de Montevideo, otros fueron actores sociales de la guerra contra el Paraguay (y aliados de la Argentina y de la Banda Oriental). 

Al concluir la lectura de este libro que desde ya será una referencia obligada para todos los especialistas de América latin interesados por la integración nacional, la actuación de los descendientes de africanos y la historia militar, y al escribir este texto, las cuestiones terminológicas me plantean necesariamente un interrogante. Siendo el portugués y el castellano dos idiomas muy próximos, ¿porqué en contextyos semejantes, la lengua portuguesa utiliza el término de « forro » cuando la española emplea el calificativo inequívoco de « libre » ? Esa diferencia no sólo es linguïstica sino semántica. « Forro » se refiere siempre y « a contrario » a « esclavo o cautivo », mientras que « libre » es una palabra générica que se refiere inequívocamente a la « libertad » de cualquier individuo, y es por esa razón que en el Rio de la Plata (pero no solamente alli), las solicitudes de los esclavos para pedir la « carta de libertad » (en portugués « carta de alforria ») se inscriben dentro de una corriente política de « liberación » que desemboca en la independencia. Reclamar la « libertad » es una manera de hablar en nombre de ella y de una causa ideológica fundamental. Por otra parte, en el Rio de la Plata el término de « liberto » aparece en reacción con los ejércitos de liberación (por ejemplo el ejército de los Andes de José de San Martin) ya que, efectivamente, se reclutaron esclavos con la promesa de libertarlos al cabo de un determinado número de años de servicio. Las razones de esta utilización diferencial de los términos de forro y de libre no son evidentes, y debemos precavernos de una interpretación rápida en términos de mejor o menor integración. Pero lo que si marca una diferencia entre el mundo brasileiro y el mundo hispánico es el sistema corporativo portugués, distinto del sistema fundado en la comunidad y el vecindario, heredero de Castilla del siglo XVI. Estos comentarios muestran el interés del libro de Francis Cotta, que con sus numerosos ejemplos nos incita a abrir nuevas comparaciones.

 

Carmen Bernand

Institut Universitaire de France

 

Ano: 2009
Autor: Francis Albert Cotta
Editora: Crisálida

Comprar: francis.cotta@bol.com.br
                

 

NEGOCIAÇÃO

Negociação

Assunto: A presente obra é inédita no país, não havendo outra da mesma natureza. Está dividida em dois grandes capítulos, sendo o primeiro a apresentação dos teoremas gerais e técnicas de negociação que podem ser empregadas em qualquer tipo de situação policial, civil, comercial, contratual, etc. O segundo capitulo trata da negociação nas ocorrências de alta complexidade, tendo sido desenvolvido a partir de uma revisão bibliográfica e da experiência dos autores como Negociadores em ocorrências com reféns localizados em Minas Gerais.

Ano: 2007
Autor: Luis Carlos Lima, CEL PM QOR e Gilmar Luciano Santos, CAP PM.
Editora: Bigráfica

Comprar: gilmarnegociador@yahoo.com.br

O contato para vendas é direto com o editor, Luis, através do fone: 9675 4773 ou pela Diplomata Livros.

 

 

CRISE

Crise

Assunto:  Trata-se de uma obra acerca dos principais teoremas do gerenciamento de crises policiais, especialmente, o procedimento em face das ocorrências com reféns localizados, apresentado a partir de uma revisão bibliográfica e pela experiência adquirida ao longo de sete anos no GATE da PMMG.

 

Ano: 2007
Autor: Gilmar Luciano Santos, CAP PMMG.
Editora: Bigráfica

Comprar: gilmarnegociador@yahoo.com.br

O contato para vendas é direto com o editor, Luis, através do fone: 9675 4773 ou pela Diplomata Livros.

 

SNIPER

Sniper Policial

Assunto: Trata-se do Livro SNIPER Policial, uma análise jurídica do emprego letal. É uma obra inédita que aborda todos os aspectos jurídicos que envolvem o tiro letal do Sniper policial, desde o processo decisório até o erro in procedendo do atirador de elite. Há um capítulo específico que compara o Direito Penal Comum com o Direito Penal Militar. Obra indispensável aos militares na função de comando e execução em ocorrências de alta complexidade, em Minas e no Brasil.

Ano: 2007
Autor: Gilmar Luciano Santos, CAP PMMG.
Editora: Bigráfica

Comprar: gilmarnegociador@yahoo.com.br

O contato para vendas é direto com o editor, Luis, através do fone: 9675 4773 ou pela Diplomata Livros.

 

 

A POLÍCIA NA HISTÓRIA DO BRASIL

A Polícia na História do Brasil

Assunto: O livro, primeiramente, analisa a estrutura histórica do início da colonização brasileira, os argumentos que levaram ao desenvolvimento do sistema policial primitivo implantado nas Capitanias Hereditárias, os quadrilheiros, capitães-do-mato etc.

Com a chegada da família Real e a criação da Intendência-Geral de Polícia, em 1808, passa a acompanhar a trajetória política e curiosidades da corte no Rio de Janeiro, os bastidores da realeza. Investiga as facetas de dom Pedro I, os conflitos da Regências, a criação das diversas guardas, o segundo Império até a República.

Atravessa toda a fase moderna até os dias de hoje, esclarecendo pontos obscuros, mentiras seculares e descortinando a verdade, sempre com base em provas documentais, como se fosse uma investigação policial.

 

Ano: 2008
Autor: Paulo Magalhães
Editora: Brasil Verdade

Comprar: contato@brasilverdade.org.br
              

 


Biblioteca Policial
Rua Alagoas, N 976 - Ap 01, Savassi - Belo Horizonte - MG
E-mail: contato@bibliotecapolicial.com.br | Website: www.bibliotecapolicial.com.br
2017 Copyright Biblioteca Policial
Biblioteca Policial
Rua Alagoas, N 976 - Ap 01, Savassi - Belo Horizonte - MG
E-mail: contato@bibliotecapolicial.com.br | Website: www.bibliotecapolicial.com.br
2017 Copyright Biblioteca Policial